Anastasia rebate acusação de Hélio Costa sobre reajuste do funcionalismo
Alexandre Vaz - Estado de Minas
Publicação: 29/08/2010 15:23 Atualização: 29/08/2010 15:31
A coligação "Somos Minas Gerais", do governador de Minas Gerais e candidato à reeleição, Antonio Anastasia, rebateu a acusação do adversário Hélio Costa (PMDB) de que o governo não queria pagar o aumento de 10% a todo o funcionalismo público e que foi obrigado por decisão judicial. Segundo a coligação "Somos Minas Gerais", o aumento foi dado em maio a todos os 900 mil servidores.
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Neste sábado, Hélio Costa havia dito que o governo se recusava a pagar o reajuste dos funcionários públicos concedido no primeiro semestre e que foi obrigado por decisão judicial. ''Concederam um aumento de 10% aos funcionários públicos e não queriam pagar sob argumento de que estamos em ano eleitoral. Pois o sindicato dos servidores entrou na Justiça e o juiz decidiu que o aumento deve, sim, ser pago neste ano. É preciso tratar com dignidade o funcionalismo", disse na ocasião.
A coligação tucana rebateu em nota oficial a informação do senador, alegando que a decisão da Justiça à qual o senador se referia trata do resposicionamento de carreira dos 129 mil servidores ativos e 41 mil inativos e não tem relação com o aumento dos vencimentos do servidores.
Segundo a assessoria do candidato, o reposicionamento era previsto para julho mas, após parecer da Advocacia Geral do Estado, o governo foi orientado a adiar o procedimento, em virtude do período eleitoral. Na última sexta, a Justiça autorizou a medida. A coligação informou que os servidores vão receber o aumento relativo ao reposicionamento em outubro e que os recursos já estão assegurados no orçamento do estado.
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domingo, 29 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
HÉLIO COSTA E EDUCAÇÃO
Conheça as propostas de Hélio Costa no link:hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/noticias/politica/as-politicas-sociais-de-minas-s-o-todas-feitas-pelo-governo-lula-1.149600
domingo, 11 de julho de 2010
ESTADO DE MINAS. HELIO X PIRRACENTO
Salário de professores vira primeiro round na disputa em Minas
A remuneração dos servidores da educação de Minas Gerais se tornou tema do primeiro grande confronto público entre os dois principais candidatos ao governo do estado. Neste domingo, o contracheque dos professores voltou a ser o foco central da discórdia.
Tudo começou na manhã de sábado, quando o candidato da coligação “Todos Juntos Por Minas”, Hélio Costa (PMDB), fez duras críticas à política salarial da atual administração. No mesmo dia, a coligação "Somos Minas Gerais", liderada por Antonio Anastasia (PSDB), reagiu dizendo que é incorreta a afirmativa de que, em Minas, há professores que recebem menos de um salário mínimo por mês.
A tréplica peemedebista veio no final da tarde deste domingo, em nota divulgada à imprensa, quando os partidários de Hélio Costa classificaram de “perversa” a política salarial praticada no estado.
Apenas três horas depois, foi a vez de uma nova reação dos tucanos. Mais uma vez por meio de nota, a coligação “Somos Minas Gerais” disse que o governo avançou em pontos como o “fim da escala de pagamentos, a implantação dos Planos de Carreira e o pagamento de 100% das verbas retidas”.
Leia a íntegra das notas divulgadas neste domingo pelas coligações “Todos Juntos Por Minas” e "Somos Minas Gerais".
Ivan Satuf - Estado de Minas
Publicação: 11/07/2010 21:12 Atualização: 11/07/2010 21:28
Tudo começou na manhã de sábado
A tréplica peemedebista veio no final da tarde deste domingo, em nota divulgada à imprensa, quando os partidários de Hélio Costa classificaram de “perversa” a política salarial praticada no estado.
Apenas três horas depois, foi a vez de uma nova reação dos tucanos. Mais uma vez por meio de nota, a coligação “Somos Minas Gerais” disse que o governo avançou em pontos como o “fim da escala de pagamentos, a implantação dos Planos de Carreira e o pagamento de 100% das verbas retidas”.
Leia a íntegra das notas divulgadas neste domingo pelas coligações “Todos Juntos Por Minas” e "Somos Minas Gerais".
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