Mostrando postagens com marcador governo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador governo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E O SACO DE MALDADE NÃO ACABOU

Usando mais uma vez a subserviente Justiça Mineira, o Governador não cansa de derramar seu saco de maldade. Suspende o acordo feito pelo Aécio em fim do ano passado quando propunha o reposicionamento para junho desse ano.
Usando de um parecer da Advogacia-Geral do Estado, aparece agora com um parecer contrário ao acordo. Clique e veja o boletim do Sind-UTE-MG

sexta-feira, 18 de junho de 2010

PROJETO DE LEI 4.689/2010

Esse é o projeto de lei que fixa o subsídio das carreiras do Grupo da Educação Básica do Poder
Executivo Estadual e do pessoal civil da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Desde ontem ele está na Assembleia Legislativa.

A estratégia adotada pelo Sind-UTE de acompanhar a tramitação do Projeto na Assembleia teria que ser adotada mesmo que o projeto estivesse contemplado nossas reivindicações, uma vez todo projeto de lei pode sofrer emendas. Só que nesse caso, estaríamos vigiando para que os deputados a serviço do governo não viesse a modificar as nossas conquistas.

Talvez tenha até sido melhor assim, pois aí teremos a força daqueles deputados que estão ao nosso lado e ficará bem claro aqueles que estarão do lado do governo.
veja no link, o projeto na íntegra:
sindutemg.org.br/novosite/files/Projeto-de-Lei-4-689-2010.pdf

leia e dê sua opinião.

terça-feira, 15 de junho de 2010

SE O GOVERNO ENROLA, ENROLA...

Esse governo só complica as coisas. A comissão que foi criada tem até hoje (ainda não são 23:59) para apresentar um relatório com as propostas. Esse foi o sentimento e a conclusão do comando de greve aqui de Mutum.
O governo atropelou tudo. Apresentou sua "nova política remuneratória" para professores. Essa proposta apresentada ontem, dia 14, não é piso, pois não prevê o reajuste anual, acaba com as vantagens e gratificações, além de ter início apenas em 2011.
É uma proposta que não atende nossas reivindicações. Saímos de greve pela implantação do Piso Salarial, pois é somente ele que nos garantirá reajuste anual, sem precisar de greve.
Entre governo e sindicato, ficamos com o sindicato.
Mas vale aqui algumas considerações:
a) O trabalho da comissão foi "tratorado", isto é um desrespeito a toda categoria;
b) Ninguém na imprensa mineira questiona a falta de respeito do governo em anunciar sua proposta unilateralmente, todos se calam;
c) Não saímos em greve para esperar aumento somente para o ano que vem;
d) Se 10% em greve fez com que o governo negociasse, além de vencer a imprensa e o tribunal de justiça, o que faríamos se fôssemos mais;
e) O governo age maldosamente, jogando a opinião pública contra a categoria e tenta desmoralizar o sindicato a todo custo.

Enfim, outras considerações poderiam ser feitas.
Segundo o blog do Benny, hoje aconteceu uma reunião tensa da comissão. Quem não fica tenso com tamanho desrespeito de um governo nazista? Veja o post do Benny:
dzai.com.br/benny/blog/blogdobenny?tv_pos_id=61843

sábado, 29 de maio de 2010

RESOLUÇÃO CRIA COMISSÃO

Saiu a resolução que cria a comissão para estudar as incorporações de vantagem até que chegue ao piso de R$ 1.312, 54. click e leia

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O MOVIMENTO CONTINUA

Não sei como você votou na Assembleia de ontem, ou como você votaria se lá estivesse presente. Eu votei pela suspensão da greve. Entendo, como já disse nesse espaço virtual, que a greve é um jogo de estratégias. Entendo que nós precisávamos muito da opinião pública a nosso favor, e suspender no momento em que o governador propõe um princípio de negociação, é mostrar para a opinião pública que nós não somos truculentos, que o que queremos não é ir toda semana a Belo Horizonte, fazer passeata. Mas queremos exercer dignamente a nossa profissão, queremos ir para a sala de aula, e então se a negociação emperrar, quem terá a culpa é o governo.

Entendo a lógica daqueles que votaram na proposta da continuação. Votaram por que entenderam que o acordo de apenas negociar não segura o piso salarial, motivo maior da nossa greve. No entanto, lembrando o meu artigo GREVE É UM JOGO DE ESTRATéGIAS, o principal é a última coisa a ser negociada.

Aquilo que conquistamos na greve até aqui, como unidade na categoria, força, demonstração de que com unidade podemos enfrentar uma justiça de jurisprudência parcial e uma imprensa amordaçada, que podemos derrotar um governo neolibaral e truculento. O respeito nas ruas e nas escolas, não podemos perder. O sentimento não pode parar. (Ops, não sou vascaíno). No entanto, ter que negociar representa muito mais uma derrota para o governo que avanço para nós.

O nosso avanço vai estar na habilidade que nossos representantes terão na mesa de negociação. Por isso o movimento não pode parar. Temos que acompanhar cada passo dessa negociação.
Esse blogueiro, dentro das suas limitações, vai partilhar o vai acontecer.

Votei pela suspensão da greve não por confiar no governo. Hoje em dia, como diz minha mãe, não se pode confiar nem na roupa que se está vestindo. Não votei por causa daqueles que começaram a furar a greve. Não votei por que está ficando pesado para o sindicato. Votei por estratégia. Mais pela estratégia que pelo texto em si.

Respeito todos aqueles que emitiram opinião contraria a minha. Entendo a lógica. Temores de que a negociação pode levar a nada existe. Mas dentro do contexto, a suspensão me pareceu o melhor caminho.

Agora é fazer o movimento sempre se movimentar. Acompanhar. A campanha pela implantação do piso que começou em 2007, quando ainda sequer tínhamos a lei, continua, até a vitória.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

GOVERNO PROPÕE ACORDO

Proposta de acordo pode encerrar greve dos professores em Minas

Tatiana Alves - TV Alterosa
Publicação: 24/05/2010 22:37 Atualização: 24/05/2010 23:11
Uma reunião realizada na Assembléia Legislativa, na noite desta segunda-feira, pode por fim à greve dos professores da rede estadual. Estavam presentes representantes do sindicato da categoria, a secretária de Planejamento e Gestão Renata Vilhena e o subsecretário de Planejamento e Gestão Frederico Melo. Foi feito um termo de acordo que visa acabar com a paralisação, que já dura mais de 40 dias.


Segundo a assessoria do governo, entre as propostas apresentadas aos grevistas estão o comprometimento do Estado em pagar os dias parados em uma folha complementar, a garantia de que não será cortado o ponto durante os dias de greve e a promessa de que o grupo de trabalho que foi montado terá 20 dias para produzir um estudo que visa a incorporação de gratificações aos salários da categoria, além de buscar estabelecer o piso salarial nacional reivindicado.

Depois desse período, o projeto deverá ser apresentado na Assembléia Legislativa para aprovação em 10 dias. As propostas, que estão condicionadas ao fim da greve, vão ser levadas na tarde desta terça-feira para uma assembleia dos professores, que decidirão o rumo do movimento.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O JOGO DAS SETE MUDANÇAS

Você certamente já jogou aquele jogo dos sete erros, aquele em que a gente fica olhando e comparando cada linha de dois desenhos para ver se encontra os sete erros. Assim são as duas propostas do governo apresentadas para o sind-UTE, é preciso comparar cada linha dos dois textos para encontrar quais as mudanças significativas. Não muita coisa, se bem que em acordos uma palavras faz a diferença. Por exemplo, na primeira proposta estava 60 dias, o que era uma armadilha, pois daqui a 60 dias a Assembleia Legislativa não poderá votar nenhum aumento. E trinta dá pra votar.

Arrisque se no JOGO DAS SETE MUDANÇAS e comente, se no blog estiver dificuldade como muitos já mencionaram, envie para mendesclaudioantonio@gmail.com ou no meu orkut.

Abaixo você vai ver a comparação das propostas do sindicato feito na segunda-feira (17.05.10) e a primeira do governo. De fato não dava pra aceitar.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

GOVERNO TENTA IGNORAR SINDICATO

A negociação sobre a possibilidade de demissão foi pauta na Assembleia Legislativa de Minas Gerais na última terça-feira. Segundo o deputado Padre João (PT), a oposição fez um acordo com o governo para que não haja demissão pelo menos até o dia 25, quando haverá nova assembleia para decidir os rumos da greve.

leia mais em: